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O passeio de Micaele
Micaele L.
Um dia eu fui à
Montenegro.
Precisava ir ao bairro
SENAI, na casa de uma amiga.
Não sabia como ir até
lá e acabei me perdendo.
Vi pessoas passarem
acompanhadas e eu era a única que estava sozinha.
Na Praça dos
Ferroviários me sentei para descansar. Lembrei que quando eu era
pequena minha tia me levou a casa da minha prima Jaqueline. A casa
ficava bem perto dali porque sempre brincávamos nos balanços da
praça. Arrisquei numa direção. Não deu muito certo, pois sai na
margem do Rio Caí. Já que não conseguia lembrar como cheguei ali,
resolvi que a solução seria ir até o Parque Centenário e pegar
novamente o ônibus para casa.
Então, pedi informações
para umas pessoas que foram me indicando como chegar até lá. Estava
cansadíssima ao chegar no parque, com sede e fome. Fui para o ponto
de ônibus e retornei para casa. Ir sem conhecer o caminho, nunca
mais.
CIDADE MAL ASSOMBRADA
GIOVANA
Um dia Ellen se mudou do Rio de
Janeiro para Montenegro.
Ellen foi morar numa casa verde, seu
pai foi arranjar um emprego perto da Praça dos Ferroviários.
Ela queria dar uma volta com sua gata
chamada de Kiara, mas sua mãe falou.
- Ellen não vai até o Rio Caí! É muito perigoso.
Ela ficou curiosa do porquê não ir.
Entretanto, a menina não sabia onde era. Resolvi ir até um lugar,
uma antiga estação ferroviária que hoje chamam de Estação da
Cultura. Um lugar bem bonito.
E chegou na Estação da
Cultura,passou pelo parque e depois pelo Parque Centenário.
Mas de noite virou uma cidade mal
assombrada com varios barulhos estranhos e ela se perdeu ficou á
noite toda procurando sua casa,quando conseguiu voltar para casa
estava com frio na barriga por causa daquilo.
Assim ela nunca mais saiu de casa sem
seus pais.
Marilene perdida na cidade
Marilene Brizola
Marilene mora perto do Centenário. Num domingo de tarde, foi no rio Caí passear com seu cachorro Tótózinho. Ele correu e arrastou Marilene para dentro do mato, e lá, parou para fazer xixi.
Ela se perdeu. Não achou o caminho de volta para casa. No meio da mata, encontrou uma trilha e foi seguindo com seu cachorro.
Pensando que é certo caminho . Ela encontra duas trilhas, uma para esquerda e outro para direita. Pensando qual seria a certa, pegou o caminho da direita e acabou passando três vezes pelo mesmo lugar.
Cansada ela gritou: - Socorro, socorro! Alguém me ajuda.
Não havendo ajuda resolver pegar o caminho da esquerda. Chorando e correndo pela trilha, ela saiu na cidade novamente. Aliviada, mas ainda sem saber onde estava direito, pediu uma informação a uma velhinha e ela disse:
- Querida, sobe essa rua em tua frente, é a Selma Wallauer e dobra a esquerda. Atravessa o Lélo e vais ver o parque Centenário.
A menina suspirou pensando que então estaria em casa.
O AGRICULTOR E OS ANIMAIS
Marilene Brizola
Era um dia de manhã de
primavera e os agricultores estavam nas plantações.
Um agricultor estava indo
cuidar de seu plantio. Estava quase todo perdido por causa da seca.
Andando pela estrada de Santos Reis com sua galinha, bicho de
estimação, embaixo do braço, viu um cão abandonado próximo de
uma lixeira.
O cão estava fraquinho, então
resolveu levá-lo para casa e criá-lo.
Chamou-o de Spot. Ele gostava de
jogar bolas com Spot e divertiam-se muito. Quando o agricultor
resolvia pensar na vida em uma cadeira de frente a lareira, o cão
deitava-se nos seus pés.
Os dias foram passando e o
cãozinho sempre fiel ao lado dele.
Certo dia foi ao ginásio. No
trajeto, passou em frente de uma peixaria. Vendo no fundo do local
que havia uma raposa sendo maltratada pelo “seu dono”, o
agricultor resolveu levá-la dali. E, assim fez. Chamou-a de Natacha.
Deixando-a em casa, voltou ao
ginásio para assistir o jogo.
À noite, observando sua casa,
verificou que a comida tinha acabado.
Foi dormir triste. Entretanto,
quando amanheceu o dia, sua vida mudou. Ao ir até o galinheiro, viu
que no ninho da sua galinha tinha um ovo de ouro.
Ele ficou rico. Foi morar em uma
linda e confortável casa com uma grande área de plantio.
Lá seus animais foram felizes
com ele. A raposa Natacha voltou a ser livre, a sua galinha ganhou um
lindo poleiro e seu fiel cão Spot passou a ter muitas bolinhas para
jogar.
Eu e meu cachorro
JOÃO VITOR
Um dia eu fui levar meu cachorro para passear em Montenegro. Quando estava no Parque Centenário com ele, de repente, arrebentou a guia.
E ele fugiu e eu fui atras, sai correndo. Corri mais de 3 km, e depois, parei cansado. Vi que estava perdido e perguntei para uma mulher:
- Oi, tu sabe aonde eu estou?
Ela respondeu:
- Sim, tu estás na Praça dos Ferroviários?
- Obrigado.
E, eu vi o Totó, meu cachorro. Chamei, corri atrás. Ele correu de mim.
De novo, sai correndo pela rua. Entrei numa ruazinha e vi um prédio grande com um placa escrito Estação da Cultura.
O Totó tava feliz solto e nem me dava bola. Toda vez que tentava me aproximar, ele balançava o rabo e fugia.
Já estava perdendo a paciência. Ele se mandou de novo. Lá fui eu. Quando parei de correr, vi que estava na margem de um rio, o Rio Cai. O Totó também parou e consegui pegá-lo. Estava mijando em um poste. Foi ai que minha mãe me achou e fomos para casa.
O Passeio
Gabriele
Um dia eu fui à
Montenegro. Eu não conhecia nada. Então, se aproximou uma pessoa
estranha mas parecendo ser do bem. Apresentou-se e perguntou se eu
não queria acompanhá-la até a beira do Rio Caí. Achei a ideia
interessante e fui. Nunca tinha visto um rio tão bonito. Continuei
meu passeio pela cidade indo a Estação da Cultura. Adorei o lugar
com aquelas plantas e árvores. Uma mais bonita do que a outra.
Lá, conheci um grupo de
pessoas que estavam indo a um Parque. Resolvi acompanhá-las. No
caminho mostraram-me a Praça dos Ferroviários e vi que os jovens
gostavam muito do lugar. Uns tomavam chimarrão, outros conversavam e
ainda havia pais com filhos na pracinha.
Saímos dali e
continuamos caminhando por uma avenida até o Parque Centenário. Já
era tarde, umas 17 horas. Sentei na beirinha de um lago e tive
oportunidade de dar pipocas para os patos e andar até a pista de
skate. Adorei o passeio, mas precisava pegar o ônibus de volta para
casa.
O passeio de Aninha
Ana Rafaela Appel
Um dia, eu e meus amigos
fomos ao centro da cidade de Montenegro para tirar umas fotos do Rio
Caí. Era um trabalho da escola. Depois, fomos a Estação da Cultura
e na Praça dos Ferroviários . Quando terminamos as fotos, fizemos
no Parque Centenário um piquenique. Escureceu e ficamos até tarde
lá. Meus amigos acharam a saída e se foram, eu que estava entretida
com olhando as fotos nem os vi saírem. Percebi muito tempo depois
que estava sozinha. Procurando uma saída fui para outro lado do
parque. Fiquei apavorada, mas superei. Pois, consegui ajuda de um
guarda para sair dali. Alguns tempo depois, meus pais conseguiram
entrar em contado comigo e assim nunca, mais fiquei sozinha até
tarde no parque .
Fritz em Santos Reis
Caroline vogel schuh
Um alemão chamado Fritz resolveu sair da Alemanha e ir para o Brasil. Acabou indo morar em Montenegro, localidade de Santos Reis.
Fritz era casado e tinha 4 filhos, dois meninos e duas gurias. Sua mulher se chamava Helga. Helga e seus filhos levantavam cedo e iam trabalhar.
No dia da viagem, o alemão arrumou suas malas e com a família partiram para o Brasil.
Depois de muito tempo, eles chegaram no Rio de Janeiro. Tentaram visitar a casa dos seus parentes. Foram a casa de vários. Somente Jacob estava em casa. Lá, eles se abraçaram e mataram a saudade.
Durante a conversa, Fritz que trabalhava como agricultor disse que precisava arrumar serviço no Brasil. Contou, também, que dentro do navio houve uma briga entre os amigos por causa da falta de comida, mas ele conseguiu separá-los.
Jacob não podia ajudar muito, somente informando que deveriam ir para os Pampas. As coisas estavam melhor, segundo ele, por lá.
Fritz e a família partiram para o Rio Grande do Sul. Chegando, procuraram um lugar para se instalarem. Foram para o Cafundó, Santos Reis. Fizeram amigos novos, tomaram chimarrão pela primeira vez, comeram churrasco e andaram a cavalo.
Depois, foram convidados a trabalhar nas roça. Dizem que seus descendentes ainda moram nas terras.
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