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Interpretação de texto

I – Interpretação de texto: Visita
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras crônicas. Para gostar de ler, 31. São Paulo: Ática, 2001. p. 88-89

Marque um X na resposta correta:
1 - Ao encontrar um inseto quase morto em sua mesa, o homem
a) colocou-o dentro de um pote de água.
b) escondeu-o para que ninguém o matasse.
c) pingou água sobre sua cabeça.
d) procurou por outros insetos no escritório.
e) não lhe deu muita importância
2 - O homem interessou-se pelo inseto porque
a) decidiu descansar do trabalho cansativo que realizava no jornal.
b) estranhou a presença de um inseto do mato em plena cidade.
c) percebeu que ele estava fraco e doente por falta de água.
d) resolveu salvar o animal para analisar o funcionamento do seu corpo.
e) era um inseto perigoso e contagioso.
3 - A mudança na rotina do homem deu-se
a) à chegada do inseto na redação do jornal.
b) ao intenso calor daquela tarde de verão.
c) à monotonia do trabalho no escritório.
d) à transferência de local onde estava o inseto.
e) devido ao cansaço do dia.
4 - Em “Não faça isso com o coitado!”, a palavra sublinhada sugere sentimento de:
a) maldade
b) crueldade
c) desprezo
d) esperança
e) afeição
5 - A presença do inseto na redação do jornal provocou no homem
a) curiosidade científica.
b) sensação de medo.
c) medo de pegar uma doença.
d) lembranças da infância.
e) preocupação com o próximo.
6 - Com base na leitura do texto pode-se concluir que a questão central é
a) a presença inesperada de um inseto do mato na cidade.
b) a saudade dos amigos de infância
c) a vida pacifica da grande cidade.
d) a preocupação com a proteção aos animais.
e) o cuidado que se deve ter com todos os insetos

Interpretação de texto, sílaba tônica, tempos verbais

A DESPEDIDA
Zeca entendeu tudo na hora. Deu um grande abraço no irmão. Trocaram um olhar, e meio que combinaram tudo, sem dizer nenhuma palavra. Foram detrás do prédio. Não acharam nenhum lugar de que gostassem. Caminharam um pouco mais e chegaram num terreno baldio. Pararam perto duma árvore, cavaram a terra com as pazinhas que tinham trazido. Enterraram o hamster no maior silêncio.
Cobriram a cova com a terra. Com tristeza, com dor, Zeca fez uma cruz com dois paus de madeira que encontrou pelo caminho e amarrou com elástico. Com uma caneta escreveram: “Olhos vermelhos. Dez meses de idade. Saudades de Edu e Zeca.”
Voltaram para casa chorando. Edu se apoiava em Zeca, que caminhava devagarinho, sentindo que a ocasião não era pra nenhuma estanabação. Deu o tempo que o Edu precisava. Não disse nada, nem ouviu nada. Só silêncio e lágrimas rolando.
Em casa, Edu se trancou no quarto. Não quis saber de mais nada. Nem de jantar, muito menos de conversar ou ver tevê. Zeca até emprestou o seu videogame, mas nem isso animou o Edu. Deitado na cama, olhos fechados, coberto até o pescoço, porque estava sentindo frio, só pensava na falta que Olhos Vermelhos ia fazer. Chorou até dormir. Dormiu de cansaço.
Edu sofria, Zeca chamava o irmão pra ler suas revistinhas, mas Edu nem se interessava... A mãe insistia pra que ele fosse dar umas voltas, brincar com os amigos, jogar futebol, apostar corrida, pedalar na bicicleta. Ele só queria ficar em casa. Pensando.
Resolveu desenhar num caderno grosso tudo o que lembrava as aprontações e da carinha marota de OlhosVermelhos. Ficava horas nisso... Tinha perdido alguém que adorava! E quem perde alguém tão querido não sai dando voltas por aí, procurando um jogo de futebol ou tomando sorvete na esquina. Os pais tinham que entender que perder o melhor amigo era duro. Muito duro. Talvez mais tarde encontrasse alguma coisa que o consolasse. Agora, por enquanto, nesse momento, não tinha nada, nadinha! Só um coração vazio.
(ABRAMOVICH, FANNY.IN: OLHOS VERMELHOS .SÃO PAULO: MODERNA ,1995.)

1ª parte – Interpretação e análise

1.Qual é a autoria do texto? Em qual livro está publicado?

2.Qual o tema principal de A despedida? Assinale apenas uma alternativa:
( ) animal de estimação ( ) lidar com as perdas de algo ou alguém
( ) amizade ( ) afeto entre irmãos

3. Quem resolveu desenhar?

4. Para que Zeca chamava o irmão?

5. Retire do texto e reescreva dois períodos compostos e um período simples.











6. Classifique as palavras abaixo como oxítonas, paroxítonas e proparóxitonas, marcando com um x em baixo da classificação correspondente.

PALAVRAS
PROPARÓXI-TONA
PARÓXITONA
ÓXITONA
SÍLABA TÔNICA
glúten




míope




mister




Nobel




pântano




pudor




rubéola




síndrome




ureter




você




zíper




luar






7. Diga qual a sílaba tônica das palavras do quadro acima, ESCREVENDO-A no espaçõ correspondente.

8. Complete as lacunas com os verbos no tempo e modo pedidos.
a) Que eu saiba, ninguém _______________________ o acontecido.
(relatar – pretérito imperfeito do indicativo)
b) Nesse tempo, eu não ______________________ mais nele.
(pensar – pretérito mais que perfeito do indicativo)
c) O barulho do trânsito não ______________ até aqui.
(chegar – futuro do pretérito)
d) Sempre nos _______________ a sua presença.
(faltar – pretérito imperfeito do indicativo)
e) Muitas vezes ________________ manter contato com eles, mas sempre_____________. (tentar, falhar – futuro do presente do indicativo)

9. Informe o tempo e o modo das formas verbais destacadas.
a) Durante todo o tempo permaneceu com a cabeça baixa.
b) Se não fosse tão tarde, passariam pela casa dela.
c) Gostava de todas as coisas que lhe lembravam a infância.
d) Faláramos muito a respeito do ocorrido.

e) Quando as luzes se apagarem, todos ficarão mais à vontade.

Interpretação de texto e Redação


  1. LEIA COM ATENÇÃO E RESPONDA AS QUESTÕES:
MARIA, MARIA
(Milton Nascimento e Fernando Brant)

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta,
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta.
Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor,
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta.
Mas é preciso ter força,
É preciso ter raça,
É preciso ter gana sempre,
Quem traz no corpo a marca,
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria.
Mas é preciso ter manha,
É preciso ter graça,
É preciso ter sonho sempre.
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida

1. Identifique as características emocionais ou psicológicas da Maria descrita no texto.
2. A que classe social pertence a Maria descrita no texto? Transcreva o trecho que comprova sua resposta.
3. Os trechos: “Quem traz no corpo a marca / … / Mistura a dor e a alegria” e “Quem traz na pele essa marca / possui a estranha mania / de ter fé na vida” indicam que a Maria é:
a. (   ) portadora de deficiência física b. (   ) é negra e pobre c. (   ) branca e rica
4. Baseando-se no conteúdo do texto, explique o que afirmam esses versos: “Possui a estranha mania / de ter fé na vida”.

II – PRODUÇÃO DE TEXTO:

Ter fé na vida nem sempre é fácil, tendo em vista que temos miséria, desemprego, doenças, violência e vários tipos de preconceitos no mundo que nos cerca. Faça a sua redação, escrevendo sobre um dos temas. Dê sua opinião e argumente porque pensas assim e o que pode ser alterado para que a vida possa ser melhor.

Interpretação de texto e tradução

LER E INTERPRETAR O TEXTO RESPONDENDO AS QUESTÕES:

Plastics

Plastics are of two main types: hard and soft. Plastics of the first type (hard) aren’t easy to melt and therefore are useful for radios and different kinds of electrical articles. This type of plastic is often breakable. Plastics of the second type (soft) are not breakable and we can bend them. They are useful for pipes and children’s cups but these types of plastic are easy to melt.

Translate

Plásticos são de dois tipos: duros e macios. Plásticos do primeiro tipo (duros) não são fáceis de dobrar e portanto são usados em radios e diferentes tipos de artigos eletrônicos.
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Comprehension
Marque a alternative correta com um X
  1. Os plásticos:
  1. Não são fáceis de derreter
  2. São fáceis de derreter
  3. Duros são bons para canos
  4. Moles se derretem facilmente


Vocabulary
  1. Dê o significado da palavra sublinhada:
  1. She is a good typist.She types very well. Ela é uma boa datilografa. Ela __________ muito bem.
  2. This problem is very hard. I can’t solve it. Este é um problema muito __________. Eu não posso resolvê-lo.
  3. Mother Teresa from Calcutta is a very kind person. Madre Teresa de Calcutá é uma pessoa muito _______________________.
  4. The water pipes of the house need changing. Os _________de água da casa precisam ser trocados.




Interpretação de texto, tradução e simple past

“A Family Team”
The Schürmann family is from Brazil. They live on their boat, the Aysso. They go all over the world on their boat. Vilfredo is the father. He can sail the boat. He likes to sail. He doesn’t like to work in an office. Heloisa is the mother. She helps Vilfredo sail the boat and plan trips. She likes to write. She can cook very well. Pierre, David, Wilhelm and Kat are their children. Pierre likes computers.
He helps the family with internet projects. David can make videos. He films activities and life on the boat. Wilhelm can windsurf very well. He’s a champion windsurfer in Brazil. Kat is a little girl. She likes dolls, books and computer
games. She helps sail the boat, too! The Schürmanns are very happy.
( by Eduardo Amos and Elizabeth Prescher )

Translate: A família Schürmann é do Brasil. Eles vivem em seu barco, o Aysso. Eles vão em todo o mundo em seu barco. Vilfredo é o pai. Ele pode navegar o barco. Ele gosta de velejar. Ele não gosta de trabalhar em um escritório. Heloisa é a mãe. Ela ajuda a Vilfredo navegar os passeios de barco e plano. Ela gosta de escrever. Ela pode cozinhar muito bem. Pierre, David, Wilhelm e Kat são seus filhos. Pierre gosta de computadores.
Ele ajuda a família com projetos de internet....TRADUZA O TEXTO EM NEGRITO
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Helping Vocabulary
To go: ir To write: escrever Boat: barco To cook: cozinhar
To sail: navegar, velejar Children: filhos Can: poder To make: fazer
Trips: viagens Little: pequeno(a)

1. Qual a nacionalidade dos membros da família Schürmann ?
A) American. B) Brazilian. C) Italian. D) English.

2. Onde a família Schürmann mora ?
A) In Brazil. C) On their boat. B) In an office. D) In the kitchen.

3. Como é chamado o barco da família Schürmann?
A) The Aysso. C) The Champion. B) The Calypso. D) The Schürmanns.

4. O casal tem quatro filhos. Deles, apenas um é do sexo feminino. Qual é o seu nome?
A) Heloisa. B) Wilhelm. C) Doll. D) Kat.

5. Qual é o meio de transporte utilizado pela família Schürmann em suas viagens pelo mundo ?
A) A boat. B) A ship. C) A train. D) An airplane.

6. Qual das frases abaixo melhor representa o sentimento da família Schürmann?
A) They are selfish. C) They are cheerful.
B) They are foolish. D) They are individualist.
Nas questões 7 e 8, marque a alternativa que completa os diálogos.

7. David: What time is it, please ?
Pierre: ......................................
David: What time is it, please ?
A) I beg your pardon ? C) I don’t speak English.
B) Excuse me. D) I’m very sorry.

8. Heloisa: Thank you very much!
Kat: ............................................
A) That’s ok. C) You are welcome.
B) Not at all. D) All of them are correct.

9. Preencham os espaços em branco com a forma mais adequada do verbo "to be" no passado.
a. Jane___________helping her mother when I arrived there. (was, were)
b. You__________the most important person at that time.(was, were)
c. I__________speaking badly of you. (wasn't, weren't)
d. We__________really worried about her. (was, were)
e. I think it__________like I expected it to be. (wasn't, weren't)
f. Jane believes they__________sleeping when it happened. (were, was)

10. Passe as frases para a interrogativa do past simple.
a. Robson was walking for the park soon in the morning
b. Kelly was painting beautiful pictures for the exhibition
c. You were writing interesting text on that subject
d. Beth and Joe were traveling "through" the beaches of the American west
e. Sheila and you were speaking in English to those tourists

11. Passe as frases para a negative do past simple.
a_ It was so bad if you had written a better question
b_ People were supposed to teach you english for free
c_ The book was on the table
d_ If I was a good boy I would be helping you in your homeworks
e_ I was right if I had to do it.



Interpretação de texto

Os quatro ladrões
Diz que era uma vez quatro ladrões muito sabidos e finos. Num domingo de manhã estavam deitados, gozando a sombra de uma árvore, quando viram passar na estrada um homem levando um carneiro grande e gordo. Palpitaram furtar o carneiro e comê-lo assado. Acertaram um plano e se espalharam por dentro do mato.
O primeiro ladrão foi para o caminho, encontrando o homem do carneiro e salvou-o:
— Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
— Para sempre seja louvado!
— O senhor, que mal pergunto, para onde leva este cachorrinho?
— Que cachorrinho?
— Esse aí que está amarrado numa corda! Bem bonitinho!
— Isso não é cachorro. É carneiro. Repare direito.
— Estou reparando, mas é cachorro inteiro. Vigie o focinho, as patas, o pelo. É cachorro e dos bons.
Separaram-se e o dono do carneiro ficou olhando o animal meio desconfiado. Adiante saiu o segundo ladrão, deu as horas, e foi logo entrando na conversa:
— Cachorro bonito! Esse dá para tatu e cutia. Focinho fino, bom para farejar. Perna fina corredeira. É capaz de correr veado. Onde comprou o bicho?
— O senhor repare que não é cachorro. É um carneiro. Já outro cidadão ali atrás veio com essa palúxia para meu lado. Bote os olhos direito no bicho.
— Homem, desde que nasci que conheço cachorro e carneiro. Se esse aí não é o cachorro eu ando espritado. Deixar de conhecer cachorro?
O homem seguiu sozinho, mas não tirava os olhos do carneiro, quase convencido de que comprara o bicho errado. O outro ladrão apareceu e fez a mesma conversa, misturando os dois animais, e ficando espantado quando o dono dizia que era um carneiro. Discutiram um bom pedaço e o terceiro ladrão espirrou para dentro do marmeleiro.
O quarto camarada veio e puxou conversa, oferecendo preço para o cachorro que dizia ser bom caçador de preás. Deu os sinais de cachorro de faro e todos encontravam no bicho que o homem ia levando.
Assim que despediu, o dono do carneiro, que ia comendo o animal com os olhos, parou, desatou o laço da corda e soltou o carneiro, certo e mais que certo que o carneiro era cachorro.
Os quatro ladrões que vinham acompanhando por dentro da capoeira agarraram o carneiro e fizeram dele um almoço especial.
CASCUDO, Luís da C. Contos tradicionais do Brasil. 13. ed., 6ª reimp. São Paulo: Global, 2009.
2. Analisando o texto
a) Escreva:
● Os ladrões agem como na maioria dos furtos? Explique.
b) Que argumentos cada ladrão usou para convencer o homem de que ele tinha um cachorro?
1º ladrão: 
2º ladrão: 
3º ladrão: 
4º ladrão: 
c) Qual foi a consequência da estratégia usada pelos ladrões para conseguir o carneiro?
d) O que você acha da estratégia usada pelos homens para conseguir o carneiro? Você considera que houve realmente um furto? 
3. Analisando as palavras e expressões do texto
a) No segundo parágrafo do texto, que palavra ou expressão é usada para introduzir a fala do primeiro ladrão? Sublinhe-a no texto. 
b) Que expressões são usadas para introduzir a fala do segundo ladrão? Sublinhe-as no texto.
c) Que outras expressões poderiam ser usadas para isso? 
● Na fala do primeiro ladrão: 
● Na fala do segundo ladrão: 
d) Releia os trechos a seguir e diga qual é o sentido das expressões sublinhadas:
● “— O senhor repare que não é cachorro. É um carneiro. Já outro cidadão ali atrás veio com essa palúxia para meu lado.” 
● “Discutiram um bom pedaço e o terceiro ladrão espirrou para dentro do marmeleiro.
● “Assim que despediu, o dono do carneiro, que ia comendo o animal com os olhos[...]”
e) Por que você imagina que o texto usa essas expressões?
4. Analisando o começo do conto.
a) Releia:
Diz que era uma vez quatro ladrões muito sabidos e finos. Num domingo de manhã estavam deitados, gozando a sombra de uma árvore, quando viram passar na estrada um homem levando um carneiro grande e gordo. Palpitaram furtar o carneiro e comê-lo assado. Acertaram um plano e se espalharam por dentro do mato.
b) De acordo com esse trecho, o cenário (local onde se passa o fato narrado)
(  ) é apresentado primeiro e depois se sabe o que aconteceu nele.
(    ) não é apresentado de início. Vai-se tomando conhecimento dele no desenrolar da narrativa.
(    ) não é importante para o conto, por isso não há menção ao lugar onde se passa o fato.
c) E a expressão temporal “Diz que era uma vez” o que sugere: um tempo exato em que é possível situar a história ou o tempo do faz de conta?
5. Analisando a passagem do tempo nos contos
a) Agora, releia o conto “Os quatro ladrões” e identifique as palavras e as expressões que indicam a passagem do tempo. Sublinhe-as no texto.
b) Em sua opinião, o uso dessas expressões é importante na organização do texto? Por quê?
6. Analisando o desenvolvimento do conto
a) Ao verem o homem passar com o carneiro, que ideia os ladrões tiveram?
b) Qual é o plano para colocar a ideia em prática?
Resolva com atenção e use para responder caneta azul ou preta.
I - Sublinhe os substantivos que existem nas frases e circule os verbos:

  1. O batalhão foi acampar.
  2. Aquele arquipélago é lindo.
  3. A banda da minha escola toca muito bem.
  4. O enxame me atacou.
  5. Meu tio espantou o cardume e estragou a pescaria.
  6. Minha avó tem uma matilha.
  7. Ontem vi um bando de pássaros silvestres.
  8. Comprei uma penca de bananas.
  9. Pesquisei tudo o que queria na biblioteca.
  10. Nesse fim de semana assisti a apresentação da esquadrilha da fumaça.

Tradução e interpretação de texto

LER E INTERPRETAR O TEXTO RESPONDENDO AS QUESTÕES:

Plastics

Plastics are of two main types: hard and soft. Plastics of the first type (hard) aren’t easy to melt and therefore are useful for radios and different kinds of electrical articles. This type of plastic is often breakable. Plastics of the second type (soft) are not breakable and we can bend them. They are useful for pipes and children’s cups but these types of plastic are easy to melt.

Translate

Plásticos são de dois tipos: duros e macios. Plásticos do primeiro tipo (duros) não são fáceis de dobrar e portanto são usados em radios e diferentes tipos de artigos eletrônicos.
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Comprehension
Marque a alternative correta com um X
  1. Os plásticos:
  1. Não são fáceis de derreter
  2. São fáceis de derreter
  3. Duros são bons para canos
  4. Moles se derretem facilmente


Vocabulary
  1. Dê o significado da palavra sublinhada:
  1. She is a good typist.She types very well. Ela é uma boa datilografa. Ela __________ muito bem.
  2. This problem is very hard. I can’t solve it. Este é um problema muito __________. Eu não posso resolvê-lo.
  3. Mother Teresa from Calcutta is a very kind person. Madre Teresa de Calcutá é uma pessoa muito _______________________.
  4. The water pipes of the house need changing. Os _________de água da casa precisam ser trocados.




Interpretação de texto

TENTAÇÃO
   Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva. 
Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo-nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde. Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária. Que importava se num dia futuro sua marca ia fazê-la erguer insolente uma cabeça de mulher? Por enquanto ela estava sentada num degrau faiscante da porta, às duas horas. O que a salvava era uma bolsa velha de senhora, com alça partida. Segurava-a com um amor conjugal já habituado, apertando-a contra os joelhos.
Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo. 
Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro. 
A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.
Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava-o sob os cabelos, fascinada, séria. Quanto tempo se passava? Um grande soluço sacudiu-a desafinado. Ele nem sequer tremeu. Também ela passou por cima do soluço e continuou a fitá-lo.
Os pêlos de ambos eram curtos, vermelhos.
Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe-se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe-se também que sem falar eles se pediam. Pediam-se com urgência, com encabulamento, surpreendidos. 
No meio de tanta vaga  impossibilidade e de tanto sol, ali estava a solução para a criança vermelha. E no meio de tantas ruas a serem trotadas, de tantos cães maiores, de tantos esgotos secos - lá estava uma menina, como se fora carne de sua ruiva carne. Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam. 
Mas ambos eram comprometidos.
Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.
A dona esperava impaciente sob o guarda-sol. O basset ruivo afinal despregou-se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou-o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê-la dobrar a outra esquina.
Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.
Conto extraído de LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.

Após ler o texto, responda:
1 Quem são as personagens principais?_____________________________________ _____________________________________________________________________
2. O que elas têm em comum?
______________________________________________________________________
3. O que a menina fazia sentada na porta de casa, às duas horas da tarde?
______________________________________________________________________
4. Onde se passa a história?
______________________________________________________________________
5. Retire do texto uma frase que apresenta uma característica marcante do cenário. 
______________________________________________________________________


Interpretação de texto

Interpretação de texto:
O homem feliz
    Num certo reino vivia um rei que não conseguia rir de nada. O secretário da Saúde e do Juízo perguntou ao Senhor Duque…
    – O que foi que aconteceu com a Sua Majestade? Ontem mesmo, e bem alegre, ele ria com vontade!
    Ora o Duque das Risadas, muito sério, respondeu:
    – Desde hoje de manhã nosso rei entristeceu.
    Reuniram um Conselho, todo mundo preocupado. Cada um fez o que pôde para ver o rei curado.
    O ministro das Doenças mandou dar uma injeção. Bolos, tortas e sorvetes receitou o da Ração.
    Um artista trouxe tintas e pincéis para pintar. Logo o Chefe dos Esportes fez o rei correr e pular.
    Uma orquestra inteirinha veio dar uma sessão musical. Mas o rei só suspirava… de partir o coração!
    Um ministro bem velhinho, que já estava aposentado, garantiu que tinha um jeito de deixar o rei curado:
    – Se quiser rir outra vez, Sua Alteza só precisa encontrar alguém feliz e vestir sua camisa.
    Os ministros protestaram:
    – isso é pura caduquice!
    Mas o rei levou a sério tudo o que o velhinho disse e deu ordens bem severas para soldados e marinheiros:
    – Vão olhar por toda parte, revirar o mundo inteiro!
    Logo os homens se espalharam pela estrada do rio. Uns seguiram a cavalo, outros foram de navio.
    Visitaram vários duques, reis, barões, imperatrizes. Muitos condes e princesas – todos eles infelizes!
    Já cansados de andar tanto e dormir em cama dura, marinheiros e soldados desistiram da procura.
    Foi aí que um velho duque escutou pelo caminho sons alegres de assobio e avistou um pastorzinho.
    O seu Duque então chamou:
    – Venha cá, meu bom rapaz! Para ser assim tão feliz o que é que você faz?
    O pastor só respondeu:
    – A alegria está no ar! Se você sorrir pra vida, não precisa se esforçar!
    E o duque então propôs:
    – Ouça bem, homem feliz, quer trocar sua camisa por um monte de rubis?
    – Se tivesse uma camisa, eu daria a sua alteza. Tenho tudo quanto quero, não preciso de riqueza!
    O pastor foi ao castelo pra ver sua majestade e contar que ainda havia gente alegre de verdade!
    Quando o rei ouviu aquilo riu três dias em seguida. Viu que a tal felicidade não se compra nesta vida.
Laís C. Ribeiro

Questões
1) Qual é o título do texto?
2) Quem é o autor?
3) Quantos parágrafos há no texto?
4) Quem é o personagem principal do texto?
5) Qual é o tema principal do texto?
6) Quando perceberam que o rei estava triste reuniram um conselho. Em sua opinião o que é um conselho?
7) Registre as sugestões dadas por cada um dos personagens.
A) Ministro das Doenças:
B) Ministro da Ração:
C) O artista:
D) O Chefe dos Esportes:
E) A orquestra:
F) Um ministro velhinho:
8) Quando estavam procurando por pessoas felizes quem eles encontraram?
9) O que o Duque ofereceu ao pastorzinho, para que ele desse sua camisa ao rei? O que ele respondeu?

10) O que conseguiu curar o rei?

OBRIGADA!!!

OBRIGADA!!!

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