Mostrando postagens com marcador Contos de fadas adaptados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Contos de fadas adaptados. Mostrar todas as postagens

Cinderela

LUANA R.



Oie, eu sou um ratinho e tenho que contar uma história para você.
Era uma vez, uma menina chamada Cinderela. Ela tinha uma madrasta muito má e duas irmãs emprestadas. Fazia todo o serviço de casa e nunca podia sair.
Um dia, um rei mandou levarem um convite para o baile em seu palácio. Todos moradores do reino estavam convidados.
Então, a madrasta proibiu Cinderela ir para que as irmãs fossem. Cindi deveria ficar fazendo os deveres de casa. Ela ficou chorando quando as irmãs saíram. De repente, apareceu uma fada madrinha e ajeitou tudo para Cindi ir também. Até deixou que eu fosse junto.
A fada disse que teríamos que voltar até a meia noite. Quando chegou o horário, a Cindi saiu correndo, perdeu o sapatinho de cristal e eu virei de cocheiro para rato novamente.
O sapatinho foi encontrado por um guarda. Eu vi mas me mandei antes que me vissem.
Dias depois, o príncipe achou a dona do sapatinho de cristal, a Cinderela. Quase que ela não experimenta porque a madrasta tinha trancado a porta da cozinha. Eu acabei ajudando a Cindi e entregando a chave.


O sapatinho serviu e o príncipe casou com ela. Dizem foram felizes para sempre. Eu não sei porque não morava mais por ali.

A procura da minha princesa

Greice

 Depois de tanto esperar  o dia pro tal grande baile programado por meu pai, chegamos a uma semana que antecederia ao dia. 
Eu não estava ansioso para conhecer a minha princesa, embora o tempo estivesse passando e eu continuava em calhado. Apesar de ser meio enjoado com as mulheres do reino, sou obrigado a confirmar que queria alguém para dividir a coroa comigo. Estava meio carente. 
Enfim, chegou o dia tão esperado pelo rei. E, eu? Tão decepcionado por não ter ninguém que fizesse meu coração a disparar não sabia ao certo o que pensar. Sei dizer que era um pra cá, um pra lá. Uma correria que só de olhar  já me  cansava.
Depois de ficar horas me produzindo,  desci ao salão. Não podia aparecer de qualquer jeito. Olhei para todas as moças e nada me chamou a atenção, mas quando estava saindo, um tumulto na porta. Fui ver o que tinha acontecido. Achei que estava enxergando coisas. Era uma moça linda, a mais linda, aquela de tirar o chapéu. Como não sou bobo, nem perdi tempo, ela deu um passo na porta e eu lá, convidando-a para  dança .
Nós dançamos sem parar, e de repente o relógio da catedral bateu às 00h00min, ela se desvencilhou dos meus braços num piscar de olhos. Ela desapareceu.
Fui correndo perguntar para o porteiro se ele tinha visto a moça e ele me falou:
- Olha, eu não vi passar a moça. Só vi uma esfarrapada. Era bonitinha até, mas muito maltratada. Tadinha. Usava um vestido todo rasgado e só com um pé de sapato, ela entrou numa carruagem que se transformou numa abobora éékka. 
Eu não entendi nada que o porteiro estava falando. Até pensei que ele tinha enlouquecido. E, sem entender mais ainda o que tinha acontecido com a linda moça, entrei novamente no castelo. Tropecei. Quando eu olhei, era um sapato que pela beleza devia ser dela. Durante o tempo do baile, ela havia roubado meu coração. Agora, era minha vez de reencontrá-la. Contei a minha situação para meu pai e ele me ajudou no mesmo instante. Fomos à casa de todas as moças convidadas para o baile e em nenhuma o sapato entrou. Até que  chegamos a casa de Malvina. Era minha última esperança. Ela trouxe suas duas filhas. As duas com uma tora de pé e nem nos dedos o sapato entrava. Foi no momento quando estávamos saindo, que ouvi uma voz doce pedindo para experimentar. A moça desceu correndo a escada. Ao observá-la, mesmo naqueles trapos tive a certeza que era minha princesa. Não houve surpresas ao ver o sapatinho calçado em seus pés. Pedi sua mão em casamento e fomos para a França curtir nossa lua de mel.  

Oh vida!


GIOVANA
            Um dia, eu um rato fui assaltar a geladeira. Assim sabe, um queijinho aqui outro ali, bem assim enchendo minha barriguinha.
          Ouvi a madrasta de Cinderela falar de um baile. Não aguentando a curiosidade fiquei ouvindo a conversa. A madrasta da Cindi é uma bruxa do mal. Disse pra ela que suas irmãs iam ao baile mas ela não podia. Ela me deixou muito brabo. 

            Quis dar um tapa nela mas, com meu tamanho  não haveria como.  Foi então que resolvi ir no quarto da Cindi. Vi que ela tava chorando. Nesse momento eu fui corajoso, fui até ela prometi pra ela que iria ao baile . Não sabia como ia cumprir a promessa, mas consegui fazê-la parar de chorar.
Incrível, foi feito, a Cindi foi ao baile. A madrinha dela apareceu e deu um jeito nas coisas. Só fico nervoso de lembrar o fim do baile. Na hora que bateu meia-noite no relógio, virei rato de novo. Uma hora eu conto o que eu era. Bom, tudo acabou bem apesar disso. Afinal, a Cindi se casou com o príncipe e viveram felizes para sempre.  

O olho da carroça


Christofer





Lá estava eu descansando, quando de repente uma fada madrinha me transformou em uma carroça.
Depois, dois ratos viraram cavalos brancos e mais dois viraram um mordomo e um cocheiro.
Eu, também, tinha criado rodas.
Ai, vi um mulherão. Bonita. Ela entrou em mim.
Verifiquei se eu não estava com cheiro de podre para não ficar mau. Ela sentou e fomos embora.
Paramos em frente a um castelo.
Desceu e fiquei esperando.
Vi um monte de gente saindo e entrando no lugar. Algumas brigando e até um velho bêbado na frente. Depois, um enorme relógio da praça em frente começou a bater. Virei abóbora de novo. A mulher que eu levei continuava bonita, mas muito mal vestida. Ela me pegou e me levou para casa. Eu dormi durante o caminho. Quando eu acordei estava na pia pronto para ser cozinhado. Vi pela fresta da porta o príncipe, dono da festa no castelo, e a mulher que virou princesa. Eles se casaram pelo que me contaram. Ah, quanto a mim? A minha sorte foi que eu não virei sopa.            

Cinderela e a abóbora mágica

Gabriel Steffen


Eu estava lá, na mesa da casa da Cinderela, olhando os ratos comerem queijo. E, as irmãs de Cinderela, Natasha e Griselda, estavam correndo na sala dizendo:
- Ai! Empregada inútil! Não sabe fazer nada.
Sinceramente, eu fiquei indignada com essa cena. Coitada da empregada.
Então, percebi que havia um grupo de ratos trabalhando com um tecido, agulhas e linhas. Estavam fazendo um vestido para Cinderela ir no baile que aconteceria aquela noite.
Sabem a coisa não foi tão simples. As irmãs dela enlouqueceram quando viram o vestido, estragando-o todo. A Cindi ficou chorando muito enquanto elas iam ao baile. 
De repente, surgiu a madrinha de Cinderela, uma mulher simpática e meio atrapalhada que começou a transformar tudo que via. Aliás, me transformou em uma carruagem toda feita de ouro e tecidos luxuosos. A Cinderela ganhou um vestido azul para ir ao baile com lindos sapatinhos de vidro.
No caminho para o baile não aconteceu nada demais, mas no baile tinha uma confusão de pessoas rindo, fofocando, bêbadas e observando. Eis que, ouvi um barulhão e os cavalos me balançaram. Virei de carruagem chic para um legume, ou seja, uma abóbora nova mente.  
Não sei se foi boa a experiência de virar e desvirar carruagem mas, posso dizer que foi muito diferente.
  

O ratinho e a Cinderela

JOÃO VITOR


Num belo dia,  um ratinho estava comendo um queijo,e ouviu uma conversa das irmãs de Cinderela. Elas se chamam Natasha e Crizela.
Queriam ir a um baile, mas como não tinham coragem de perguntar para mãe se podiam, pediram ajuda da Cinderela.
- Cinderela, você nos ajuda?
Ela respondeu:
- Ajudar em quê?
- Pergunta para a mãe se ela deixa irmos ao baile.
- Não!
Mas eu falei:
- Ajuda elas, Cinderela,por favor! Coitadas. Quem sabe assim elas melhoram de atitude.
- Tá bom. Eu ajudarei.
- Eeeeee!!! Então,vai lá perguntar para a mãe.
A Cinderela foi e o ratinho foi junto. A menina curiosa em saber o nome do novo amigo, perguntou e ele disse que era o Lobiteco. Conversaram um pouco e ela foi direto pedindo conselhos para ele de como pedir para ir ao baile com as irmãs.
O amigo disse:
- É fácil. É só falar para ela que vocês vão ir na casa de uma amiga e que  voltarão a meia-noite .
- Pior! Você é um anjo. 
Assim, Cinderela foi pedir a  madrasta. mãe eu e as minhas irmãs nós vamos ir na casa da minha amiga ta?Ela respondeu:
-Tá bom!
As meninas se arrumaram e foram ao baile.
Elas chegaram de carroça e o ratinho escondido nas mangas do vestido de Cinderela.
Elas entraram no salão. O príncipe se encantou pela Cinderela. Pediu para dançar e as irmãs foram dançar também.
O príncipe dançando com ela pediu-a em casamento. Cindi aceitou e virou princesa. 
Não teve nada de fada madrinha nem mágica. A verdade é essa. A mãe da Cindi até ficou zangada com a mentira das meninas, mas depois acabou desculpando. Ah, o ratinho encontrou uma rata e os dois viveram felizes para sempre.

Os dois porquinhos e eu, o terceiro

Gabriele


                     Era uma manhã de domingo, eu e meus dois irmãos porquinhos  estávamos tentando construir uma casa para morarmos. Tínhamos nos mudado para a cidadezinha a poucos dias. Meus irmãos começaram a procurar palha. De de tanto caminharem, acabaram encontrando uma casa de um senhor  muito legal que lhe se deu umas palhas. Ele havia guardado para o inverno. Ainda ajudou os dois porquinhos a levarem as palhas até o terreno da construção.

Chegando lá ,eles fizeram a casa e antes de ir embora o homem falou para nós que ali perto morava um lobo. Começamos a nos preocupar e fomos dormir pensando sobre o assunto.
Quando chegou a noite, ouvimos uma voz dizendo assim:
- Abram a porta se não eu vou assoprar até a sua casa cair.
Levantamos assustados e falamos:
- Você não vai derrubar.
Então, ele assoprou e a casa caiu. Saímos correndo, nos escondemos e quando amanheceu o dia construímos uma nova casa. Agora, era de madeira.
Não adiantou nada. Quando chegou a noite, ele apareceu falando de novo:
- Eu vou assoprar até sua casa cair.
Não acreditamos que ele iria conseguir derrubar a casa nova, mas ele derrubou. O lobo tem um assopro poderoso. Tivemos que correr e nos esconder por mais uma noite.
Foi ai que meu irmão, o Prático, resolveu que nossa casa seria de tijolos. Eu queria ficar brincando na rua mas meus irmãos me colocaram a trabalhar também.
E, sinceramente, não aguentava mais o lobo pegando no nosso pé.
Quando chegou a noite, é claro, lá tava ele de novo. Só que desta vez, ele assoprou, assoprou, assoprou e a casa não caiu. Foi o dia que o lobo resolveu desistir de derrubar nossa casa e vivemos felizes para sempre porque ele nunca mais apareceu.   

Eu sou a fada madrinha



Marilene Brizola


Um dia, estava no meu canto com minha varinha quando minha afilhada chorava muito, sei disso porque minha campainha de lágrimas tocava sem parar. Ah, sou uma fada. Estava descansando mas como prometi cuidar dela, fui ver o que aconteceu.
Ela me disse que não poderia ir ao baile do reino.
Disse para ela ia sim. Então, transformei-a em uma bela princesa, uma abóbora em carruagem, os amigos ratos em cocheiro, mordomo, cavalos. Ficou tudo perfeito até chegarem no baile.
A Cinderela dançou com o príncipe encantado até a meia-noite. Fiquei observando de longe. Meu encanto se desfez. A coitada da Cinderela saiu correndo perdendo um pé do sapatinho.
Me senti culpada então, peguei o sapatinho e coloquei no primeiro degrau da escadaria para que o príncipe encontrasse. Foi o que aconteceu.
Falei no ouvido do pai dele que devia enviar cartas para todo o reino dizendo que aquela garota que o sapatinho servisse seria sua nora.
O príncipe obedeceu o pai e foi atrás de minha afilhada. Ele é meio impaciente e já estava desistindo quando fiz a roda da carroça estragar. Entrou na casa da Cinderela para pedir ajuda e foi então que ela apareceu toda esfarrapada. Ele experimentou o sapatinho, já que ela até mal arrumada é bonita. Serviu. Casaram-se e tiveram muitos filhos.

A madrasta de Cinderela


Ana Rafaela

A madrasta de Cinderela   ganhou um convite  um  convite  para ela  e  suas  duas  filhas,  Natacha e Grisela,  para o baile real . 
Filhas preciso falar com vocês.   Cinderela,   venha  ouvir a  conversa  também . Nós fomos convidadas  para o baile real que será amanhã a noite .
              Amanhecendo,  a madrasta de Cinderela acordou  Grisela e Natacha.
              - Vamos  começar a ver os vestidos pra hoje à noite. 
              Cinderela também queria ir ao baile, mas a madrasta falou  pra Cinderela  que ela só iria ao baile se ela  terminasse as tarefas de casa. 
              Chegou a noite. A madrasta  de Cinderela, Grisela e Natacha foram ao baile real  e Cinderela  ficou  em casa.  Os  ratinhos,  amigos de Cinderela,  ajudaram ela a fazer seu vestido. E, eles conseguiram terminar a tempo para o baile. Mas, a madrasta acabou com o vestido e Cinderela chorou.
             
 Apareceu uma  fada  madrinha  e  transformou-a numa  bela  princesa.
               A Cinderela  foi pro baile real  e um lindo  príncipe  convidou ela para dançar  e chegou  a meia  - noite  e Cinderela  saiu  correndo  toda  assutada   e  perdeu  seu  sapatinho  de cristal e a  madrasta  ficou  decepcionada e  triste  porque  queria  que  o príncipe   convidasse  Grisela   e Natacha  pra dançar  e não Cinderela . 


E no dia  seguinte  chegou  o   príncipe  na  casa  da madrasta de Cinderela  com o   sapatinho  de  cristal ; que Cinderela  havia  perdido  no baile. Grisela e Natacha  experimentaram  o sapatinho  de  cristal  mas  o pé das  duas  eram  grande  mas a madrasta trancou  Cinderela  no  quarto pra ela  não  experimentar  o  sapatinho  de  cristal  mas ela  chegou  a  tempo  e  sérvio  o  sapatinho  de cristal nela e o príncipe pediu Cinderela  em casamento e a  madrasta  ficou  com muita  raiva e muito  triste .

A Cinderela e o seu ratinho


Micaela L. 


Um dia um ratinho ouviu seus amigos do lixo falarem sobre uma linda princesa chamada Cinderela. Eles  costumavam chamar ela de Cindi. Eles achavam que seria mais adequado para seus pais  em casa não saberem que ela não era uma ratinha. 
O ratinho ficou muito curioso e perguntou mais para os amigos. Os ratos falaram que iriam fazer um baile  no palácio da rainha e que a Cindi talvez não pudesse ir. 
No dia do baile, o ratinho tentou ficar bonitão  e acabou se transformando em um cavalo. Não era bem isso que ele queria, mas agora tinha que ir assim mesmo. Então, como queria levar a moça, foi para a carroça. Muito esperto. Ele se achou o cavalo, o maximo.
Chegando ao baile, oratinho que virou o cavalo mais bonito presente no baile do palácio. Viu muitas pessoas, moças muito bonitas, mas nenhuma tão bonita como a Cinderela. 
Coitado do ratinho que queria dançar com a Cindi e não poderia. 
Ele teve que ver a bela dançando com filho do rei, o príncipe, rapaz muito bonito.
Chegando  a meia noite, o relógio despertou seu  tic tac tic tac. Assim, despertou-se do encantamento virando um rato de novo.
Foi a vez de sair correndo para não ser pisoteado por alguém

Branca de Neve



Stefani ,Samanta ,Ester.

Depois do meu pai ter morrido, minha madrasta tomou conta de mim. Ela não gostava de mim e a única coisa que ela sabia fazer era perguntar para seu espelho mágico se ela era a mais bela.
Um dia ele respondeu que ela não era a mais bela que eu. Ela ficou tao brava e preparou maças envenenadas para eu comer. Antes ainda, teve a cara de pau de pedir a um caçador que pega-se o meu coração e leva-se para ela.
Ele ficou com dó pediu para que eu fugi-se. E. deu para minha madrasta o coração de um veado dizendo que era o meu.
Mas o espelho continuou dizendo que eu era a mais bela.
Acabei me perdendo na floresta. Apavorada, não estava acreditando naquilo. Até que vi uma pequena casa onde moravam 7 anões. Tudo era pequeno acabei deitando numa pequena cama que havia lá.
Quando eles chegaram levaram um grande susto. Acharam que eu era alguém mal, mas depois ficou tudo bem.
Fiquei por ali a convite deles. E, um da, estava passeando quando encontrei uma velhinha que me ofereceu uma maça não aceitei mas ela insistiu então mordi a maça e desmaiei.
Depois fiquei sabendo que só poderia acordar com o beijo de um verdadeiro amor.
Os anões ficarão tristes. E, um lindo príncipe que passava por ali, me beijou, acordei naquele instante, me apaixonei. Casamos e vivemos felizes até o divórcio.

PROJETO RECONSTRUINDO OS CONTOS DE FADAS SOB O OLHAR DOS PERSONAGENS




INTRODUÇÃO: Pensando na compreensão dos vários gêneros textuais o projeto foi desenvolvido com o estudo dos contos de fadas, tendo em vista que nos acompanham desde a infância e são fontes de inspiração para reconstrução de histórias.

Expostos encontram-se alguns trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 6º e 7º ano.
Os contos de fadas surgiram no século XVII na França. Chamavam-se “conte de fee” mas ganhou ênfase quando contadores de história como Charles Perrault adaptaram-os.
Os contos de fadas são uma narrativa curta, transmitida oralmente, e onde o herói ou heroína tem de enfrentar grandes obstáculos antes de triunfar contra o mal.

Caracteristicamente envolvem algum tipo de magia, metamorfose ou encantamento, e apesar do nome, animais falantes são muito mais comuns do que as fadas, cairia melhor se si chamassem "contos dos animais falantes".

Segundo alguns psicólogos os contos de fadas seriam "psicodramas da infância" espelhando "lutas reais".Os contos de fadas tem o  poder de ajudar as crianças a lidar com os conflitos internos que elas enfrentam no processo de crescimento.

Embora na sua forma original, os textos traziam temas sociais de conflitos em que as histórias eram contadas em reuniões sociais apenas para adultos, com o passar das décadas foram adaptados para serem contados as crianças.

Dividem-se em quatro etapas:
1. TRAVESSIA: leva o personagem principal a um lugar mágico com criaturas encantadas .
2. ENCONTRO:encontram obstáculos, criaturas do mau como bruxas, lobo mau, pessoas maus...
3. CONQUISTA: ocorre uma luta com seu inimigo onde o bem sempre vence o mau.
4. CELEBRAÇÃO :os personagens principais sempre se casam e vivem felizes para sempre.


JUSTIFICATIVA: O projeto nasceu da necessidade de estimular o gosto pela leitura e o desenvolvimento da escrita. Tendo em vista que o gênero conto está muito próximo das historias que os alunos conhecem até o 6º ano, sem o conhecimento teórico de sua estrutura, resolvi iniciar o estudo de gêneros textuais por ele e gramaticais através dele.
OBJETIVO: Incentivar os alunos a leitura além do escrito nas linhas.
Estimular o desenvolvimento da argumentação através de olhares a partir dos personagens dos contos.
Desenvolver a coesão e coerência de ideias.
Praticar reescrita de texto-fonte sem cometer o crime de plágio, fazer uso de paráfrase.
Perceber a diferença nos usos dos pronomes pessoais: eu e ele.
Entender o que é um narrador-autor e um narrador-personagem.


BIBLIOGRAFIA:


BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.








PROFESSORA ORIENTADORA:
Adriana Tavares Pimentel



Histórias produzidas pelos alunos:



                                                                                                                Taila

2. O olho da carroça


                                                                                                           Christofer

3. Branca de Neve
                                                                                                   Stefani ,Samanta ,Ester.
           4. A  Cinderela e o seu ratinho 
                                                                                                                         Micaela L. 
           5. A madrasta de  Cinderela
                                                                                                                      Ana Rafaela
           6. Eu sou a fada madrinha
                                                                                                                  Marilene Brizola



                                                                                                                          Luana R.

8. A procura da minha princesa
http://alunosblogandotarefas.blogspot.com.br/2014/12/a-procura-da-minha-princesa.html                                                                                                                                                                                                                                                         Greice
9. Os dois porquinhos e eu, o terceiro
http://alunosblogandotarefas.blogspot.com.br/2014/12/os-dois-porquinhos-e-eu-o-terceiro.html
                                                                                                                          Gabriele
 10. O ratinho e a Cinderela
                                                                                                            João Vitor
11. Cinderela e a abóbora mágica
                                                                                                           Gabriel Steffen
12. Oh vida!
                                                                                                                                Giovana





O olho da carroça





Christofer


Lá estava eu descansando, quando de repente uma fada madrinha me transformou em uma carroça. Depois, dois ratos viraram cavalos brancos e mais dois viraram um mordomo e um cocheiro. Eu, também, tinha criado rodas. Ai vi um mulherão. Bonita. Ela entrou em mim. Verifiquei se eu não estava com cheiro de podre para não ficar mau. Ela sentou e fomos embora. Paramos em frente a um castelo. Desceu e fiquei esperando. Vi um monte de gente saindo e entrando no lugar. Algumas brigando e até um velho bêbado na frente. Depois, um enorme relógio da praça em frente começou a bater. Virei abóbora de novo. A mulher que eu levei continuava bonita, mas muito mal vestida. Ela me pegou e me levou para casa. Eu dormi durante o caminho. Quando eu acordei estava na pia pronto para ser cozinhado. Vi pela fresta da porta o príncipe, dono da festa no castelo, e a mulher virou princesa. Eles se casaram pelo que me contaram. Ah, quanto a mim. A minha sorte foi que eu não virei sopa.            




OBRIGADA!!!

OBRIGADA!!!

Tradutor

Postagens populares